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Morte de motociclistas cresce 25% em 17 anos

O boletim faz um recorte e aponta que entre 2000 e 2008 a frota de motos pelo país aumentou 211 por cento
Morte de motociclistas cresce 25% em 17 anos

Morte de motociclistas cresce 25% em 17 anos

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Em 17 anos, o índice de morte de motociclistas no Brasil subiu de oito por cento para 33 por cento. A informação é do boletim Proadess, elaborado pelo laboratório de informação em saúde, da Fundação Oswaldo Cruz, que analisou dados de 2000 a 2017.

De acordo com o estudo, norte e nordeste são as regiões com as maiores taxas. Para se ter ideia, em 2017 o índice no norte chegou a 44 e meio por cento, enquanto em 2000 não chegava a 14. No nordeste, em 2017, passou de 43 por cento, sendo que em 2000 era apenas 12 por cento. Esse aumento, registrado por todo país, repercute diretamente nos gastos do sistema único de saúde. Em um ano, dos 260 milhões de reais gastos pelo SUS com internações por acidentes de trânsito, 63 por cento foram destinados a cuidados com motociclistas.

O boletim faz um recorte e aponta que entre 2000 e 2008 a frota de motos pelo país aumentou 211 por cento, e o número de mortes de quem as conduzia também: passou dos 260 por cento. Por fim, os números mostram que os que mais morrem de moto são homens com idade entre 20 e 39 anos, imprudência, má qualidade de vias, de sinalização e não uso de equipamentos de segurança são os principais causadores desses óbitos.

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Em 17 anos, o índice de morte de motociclistas no Brasil subiu de oito por cento para 33 por cento. A informação é do boletim Proadess, elaborado pelo laboratório de informação em saúde, da Fundação Oswaldo Cruz, que analisou dados de 2000 a 2017.

De acordo com o estudo, norte e nordeste são as regiões com as maiores taxas. Para se ter ideia, em 2017 o índice no norte chegou a 44 e meio por cento, enquanto em 2000 não chegava a 14. No nordeste, em 2017, passou de 43 por cento, sendo que em 2000 era apenas 12 por cento. Esse aumento, registrado por todo país, repercute diretamente nos gastos do sistema único de saúde. Em um ano, dos 260 milhões de reais gastos pelo SUS com internações por acidentes de trânsito, 63 por cento foram destinados a cuidados com motociclistas.

O boletim faz um recorte e aponta que entre 2000 e 2008 a frota de motos pelo país aumentou 211 por cento, e o número de mortes de quem as conduzia também: passou dos 260 por cento. Por fim, os números mostram que os que mais morrem de moto são homens com idade entre 20 e 39 anos, imprudência, má qualidade de vias, de sinalização e não uso de equipamentos de segurança são os principais causadores desses óbitos.

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