Rute não consegue comer, beber, ou mesmo engolir direito desde que teve câncer anos atrás. Ela também perdeu muito de sua força física, e inúmeros tratamentos e cirurgias a deixaram uma sombra do que costumava ser.

Ainda assim, ela é capaz de louvar a Deus; sua fé permanece forte, e sua alegria é contagiante. Rute confia diariamente em Deus e se firma na esperança de que um dia se recuperará plenamente. Ela ora pela cura e está confiante que Deus a responderá —cedo ou tarde. Que fé maravilhosa!

Rute explicou que a certeza de que Deus, não apenas cumprirá Suas promessas em Seu tempo, como também a sustentará até que isso aconteça, é o que mantém a sua fé forte. Essa era a mesma esperança que o povo de Deus tinha enquanto esperava que Ele completasse os Seus planos (v.1), os livrasse de seus inimigos (v.2), secasse as suas lágrimas, removesse a sua desgraça e tragasse “a morte para sempre” (v.8).

Nesse meio tempo, enquanto esperavam, Deus deu ao Seu povo o refúgio e a sombra (v.4). Ele os confortou em suas provações, deu-lhes força para resistir e a garantia da Sua presença com eles.

Esta é a dupla promessa que temos: a esperança de libertação futura, mais a provisão do Seu conforto, força e abrigo ao longo de nossa vida.